Olá, amiguinhos.
Hoje temos mais uma resenha aqui no blog, dessa vez de algo que nem mesmo foi lançado para o grande público, porém vazou na Internet. E, como sabemos que tudo que cai na grande rede mundial pode ser baixado (desde que não infrinja os direitos de ninguém), pude conferir o piloto dessa tentativa de um seriado da mulher mais gostosa dos quadrinhos (depois da Poderosa link NSFW, ok?).
Pois bem, vamos começar com a já tradicional sinopse da série?
Diana Themyscira é CEO (a pessoa que manda em todo mundo, tipo o Steve Jobs e o Bill Gates, sacou?) das Indústrias Themyscira, e ganha grana licenciando produtos de seu alter-ego, a Mulher-Maravilha. No entanto, ela também tenta manter uma vida normal como Diana Prince. Mas quando um dos estudantes dos vários projetos sociais da empresa começa a ter problemas com drogas, cabe à Mulher-Maravilha desvendar e acabar com a proliferação dos produtos de Verônica Cale, que estão causando tantos problemas.
Sim, a história é confusa. Sim, a Diana tem três (EU DISSE TRÊS!!!) identidades (sendo uma privada e duas públicas).
Mas, sem brincadeiras agora, a série infelizmente peca bastante nesse ponto comentado: é muito corrida e um pouco confusa. Três identidades é um pouco demais para a heroína, mesmo ela sendo mais que humana.
Achei a série bem diferente de Smallville nesse ponto: em Smallville, temos 10 anos entre o início da série e o Clark finalmente se tornando Superman. Aqui, a série já começa com a Mulher-Maravilha em ação, com suas tarefas de CEO e tentando, parcamente, viver como alguém normal. Além disso, temos uma motivação completamente vazia para a heroína (sério, em nenhum momento explicam porque a Mulher-Maravilha faz o que faz, algo que julgo essencial em qualquer personagem que se preze). Some-se a isso o fato de Elizabeth Hurley (que diga-se de passagem, acho uma tremenda atriz, além de continuar uma gostosa) está totalmente forçada no seu personagem, algo que se traduz em sua interpretação.
Mas não posso apenas criticar. Adrianne Palicki (aquela com o uniforme da Mulher-Maravilha ali em cima) ficou muito bem como a princesa das Amazonas, transmitindo exatamente a presença da Mulher-Maravilha: uma guerreira, porém com uma grande compaixão pelos fracos.
Pontos Positivos: a presença de Adrianne Palicki no papel de Mulher-Maravilha, a escolha do uniforme da princesa Amazona e Elizabeth Hurley
Pontos Negativos: história confusa e corrida, protagonista com facetas demais e uma péssima vilã.

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